Subscreve o apelo ao corte de todas as relações com o Estado genocida!
«Netanyahu cada vez mais isolado na cena internacional», escreve o Libération (11 de Agosto). «Israel caminha para um isolamento insustentável», diz a agência americana Bloomberg (11 de Agosto). «Netanyahu amplamente criticado no país e no estrangeiro», destaca o New York Times (8 de Agosto).
A política genocida de Netanyahu é, sem dúvida, rejeitada com fúria por centenas de milhões de mulheres e homens em todo o mundo, incluindo – embora em minoria – a população judaica israelita.
Mas os governos das grandes potências não fazem tenções de “largar” Netanyahu.
Trump garante-lhe apoio militar e financeiro incondicional.
Na Europa, multiplicam-se declarações sobre o reconhecimento do “Estado da Palestina”… mas mantêm-se as relações militares, económicas, comerciais e diplomáticas com os genocidas.
Para isolar verdadeiramente o Estado genocida, é necessário que o movimento operário se mobilize para impor a ruptura de todas as relações com o Estado genocida. Recordemos que, em 29 de Junho, um encontro internacional de militantes e organizações de trinta e sete países (incluindo a Plataforma por um Partido dos Trabalhadores) apelou à multiplicação de iniciativas com esse objectivo.
É nesse sentido que participamos no lançamento do Apelo Pela Ruptura de Todos os Laços com o Estado Genocida, iniciativa de um conjunto alargado de personalidades, militantes e organizações políticas, que destacamos nesta página (https://ainternacional.pt/2025/08/12/subscreve-o-apelo/) e a cuja subscrição apelamos.