Contra o ataque aos direitos de quem trabalha!

Quem produz toda a riqueza da sociedade é a classe trabalhadora. Para impor a ruptura necessária, cabe-lhe paralisar a economia e, para isso, forjar, a todos os níveis, a unidade dos trabalhadores e das suas organizações em prol da unidade operária. Sobre a CGTP, que convoca a jornada de luta de dia 20 de Setembro, como sobre todas as confederações sindicais, impende a responsabilidade de avançar, na unidade, com a palavra de ordem da greve geral contra a “reforma laboral” do governo Montenegro – um dos maiores ataques de que há memória aos direitos de quem trabalha – e por medidas de emergência que respondam às necessidades do povo trabalhador e da juventude, para isso se apoiando nos movimentos de luta da classe. Essa é a tarefa do momento para que se imponha de uma vez a satisfação das necessidades da maioria.